Esquema de cobrança de propina funcionava dentro da Câmara Municipal. Empresários eram extorquidos para ter seus projetos aprovados
De acordo com as primeiras informações, o esquema funcionava mediante a cobrança de propina de empresários que desejavam ter projetos aprovados no município e que dependiam de autorização da Câmara Municipal. Os vereadores procuravam o empresário e informavam que seu projeto só seria aprovado depois do pagamento do suborno.
São Joaquim de Bicas tem 11 vereadores e, segundo a denúncia, o presidente da Câmara está sendo procurado pela polícia, pois há indícios de que ele era o chefe da organização que extorquia os empresário
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